Ter uma família numerosa era um desejo comum entre os egípcios, e um filho era visto como uma maneira de assegurar a descendência e prolongar a memória daqueles que um dia acabariam por morrer. Um filho era um símbolo de vida e futuro, de esperança e certeza.
Cláudia Barros é licenciada em Arqueologia pela Universidade do Minho (2018). Em 2022 concluiu o Mestrado, na mesma área e instituição, com a dissertação “O Olhar de Gomes Eanes de Zurara sobre o Norte de Marrocos: estudo da paisagem de Alcácer Ceguer (Ksar Sghir)”.
Atualmente é colaboradora das revistas Egiptología 2.0 (Barcelona) e El Aldabón – Gaceta Interna del Museo Nacional de las Culturas del Mundo (México), e tradutora da Ancient History Encyclopedia, especialmente no âmbito da Assirologia e Egiptologia, a sua área de estudo e eleição.
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Cláudia Barros.
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